sábado, 31 de janeiro de 2009

Demographic Winter: The Greatest Crisis Humanity Will Face This Century

Demographic Winter is the terminal stage in the suicide of the West –the culmination of a century of evil ideas and poisonous policies. Among them:

• Abortion – As I mentioned a moment ago, worldwide, we’re killing 42 million people a year. It’s as if an invading army killed every man woman and child in Italy – then repeated the process every year.

• Contraception – For the first time in history, just under half the world’s population of childbearing age uses some form of birth control. Some of us remember when births weren’t controlled and pregnancies weren’t planned. With all of wailing about man-made Global Warming, carbon footprints and the ozone layer, wouldn’t it be ironic if what did us in wasn’t the SUV but the IUD?

• Delayed marriage. People are marrying later and later After 35, it becomes progressively harder for a woman to have children.

• The decline of marriage and the rise of cohabitation. Not surprisingly, in relationships without commitment, people have fewer children. By the way, the left’s contribution to the coming population crisis is to push the one type of "marriage" (and I use the term advisedly) that can’t conceivably produce children.

• But perhaps the most important factor is a culture (including Hollywood, the news media and academia) that tells people that children are a burden, rather than a joy; that pushes an ego-driven, live-for-the-moment ethic; a culture that tells us that contentment comes from careers, love, friendship, pets, possessions, travel, personal growth – anything and everything except family and children. It’s a culture that can look at Sarah Palin and her beautiful family and ask why she had to have 5 children and why she didn’t abort her child with Downs Syndrome?

Abortion and declining birth rates are different aspects of a culture of death.

Para ler mais aqui.

Uma Nova Era: de guetos e de segregação?

Portugal vai ter 230 novos lares para idosos e cidadãos com deficiência. O investimento, de 110 milhões de euros e comparticipado pela UE, vai beneficiar mais de cinco mil pessoas e deverá estar concretizado até 2013.
Ver mais aqui.

Cavaco Silva tece duras críticas à nova lei do divórcio

As incongruências da nova lei do divórcio e as consequências sociais que daí advêm foram objecto de crítica por parte do Presidente da República na sessão de abertura do IV Congresso Nacional da CNIS.
Cavaco Silva salientou o facto de muita da legislação produzida em Portugal não ter em conta “o país que somos”, críticas já expressas na abertura do ano judicial.
O chefe de Estado diz que a nova lei do divórcio é um exemplo desse desajustamento e que já alertou os portugueses para as “consequências sociais” que isso traz: “A maioria dos casos de novos pobres está associada a situações de divórcio, casos que tendem a aumentar com a nova lei”.
Preocupado com a situação de crise económica que o país vive, o presidente salientou o papel dos laços familiares para “amortecer” alguns efeitos da mesma referindo, no entanto, que face à desestruturação da família, “esses laços já não existem ou revelam-se muito frágeis”.
Os “novos pobres” fizeram também parte do discurso do governante que destacou os dramas e os nomes por detrás das estatísticas que, no seu entender são um alerta para a “dimensão social que a actual crise económica e financeira tem vindo a assumir”.
As debilidades da estrutura social portuguesa, com níveis de coesão muito baixos, desigualdades muito acentuadas na distribuição de rendimentos, uma taxa elevada de risco de pobreza, associada a baixos níveis de escolarização são, segundo o presidente da república, factores que agravam a actual situação do país.
“Aqueles que tinham desafogo económico vêm-se de um momento para o outro caídos numa situação de desemprego, endividamento excessivo e, porque não dizer, de fome”.
O presidente lembrou que os mais afectados pela conjuntura social são as crianças, em particular as de famílias monoparentais, os idosos, os doentes e os cidadãos portadores de deficiência.
Dirigindo-se às instituições de solidariedade, Cavaco Silva expressou o seu “reconhecimento” pelo trabalho desenvolvido e pela contribuição que têm dado para que a sociedade portuguesa seja mais “coesa, mais solidária, mais justa e mais desenvolvida”.
A necessidade de assegurar os meios materiais indispensáveis à acção social e de definir bem as prioridades de actuação foram também referidas: “A solidariedade social não vive só de apoio e dádivas”.Apesar do cenário ser pessimista, o chefe de Estado diz estar “optimista” e encarar o futuro com “confiança”, contando com a “dedicação, competência e capacidade de mobilização” das instituições de solidariedade.

E, agora, os "errozitos" da nova Lei do Aborto

Parece que o aborto não desapareceu, após a nova lei que legalizou a prática, como se pode ver por esta notícia. Segundo os defensores do "sim", o aborto ia deixar de se praticar, não era?
Veja-se como termina a notícia:
«Para casos mais complicados o preço subia, chegando aos 2000 euros para uma mulher com uma gravidez de 17 semanas (a lei permite até às 12 ).»



sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

"I’ve paid for three of them and was responsible for probably several more"

Gary Graham é um actor de Hollywood. Recentemente desempenhou papéis nas séries "Star Trek" e "JAG". O testemunho que se apresenta de seguida é um excerto de um texto mais longo, recentemente publicado, que merece ser lido na totalidade:

"In the sixties and seventies I was a proud part of the peace generation. ... Wow, really? You mean you can be cool, have a lot of sex…and save the world all at the same time? Damn this is so f*cking bitchen! ...

But wait – I’m in college. ... I really just want to party. Oops, I mean… I want to help save the world! Through drugs, sex and rock and roll. ...

I kept a roster of seven girlfriends. Why seven? I don’t know…maybe Lucky Number 7 (yeah maybe)…or seven days in a week (more likely). But I would meet someone new, and I would simply go through my list…and kick one girl off. I would simply stop calling her. ... and I knew I wasn’t alone…not by a long shot. We were proud products of the Love Generation.

... And up until that point, I was completely ‘Pro-Choice’. ... this abortion thing was pretty damn convenient for a guy. ... Abortion as a method of birth control became the norm. I knew a few girls who had had as many as five of them by the time they were twenty-five...

And the first time I got a girl pregnant, I would have wrestled you to the ground for saying that
[It’s a baby]. How f*cking dare you? You don’t know what you’re talking about! You piece of crap, you don’t know!

Well I do know. And I stand condemned. I’ve paid for three of them and was responsible for probably several more, I’m not really sure. But it breaks my heart. Because I’ve been convicted in my soul. It took years after the fact, but I was shown the Truth.

[That fetus a pregnant woman is carrying inside of her, regardless of the gestation stage, is a living, breathing human being. Yes, breathing – the amniotic sac forms 12 days after conception, and in the second trimester the baby is actually breathing the amniotic fluid. It’s not an ‘unviable tissue mass.’ Not a wart, a mole, a skin outcropping, a boil, or a bundle of uncoordinated cells. It’s not just a ‘fetus’. It’s a baby. Not fully developed, true. Like an infant is not a fully developed and mature adult. But it’s a baby.]

... it was a spiritual awakening that did it. It happened unexpectedly, and it threw me to my knees in sudden tearful epiphany of what it meant for a man to be with a woman, what sex was really designed for by our Creator and… what abortion is.

How ironic that the ‘Love’ Generation should spawn such a culturally accepted abomination as abortion.
"

A contracepção combate a crise económica !?


Para a nova administração de Obama, para além do investimento na substituição dos relvados dos estádios do país como forma de incentivar a economia, há que promover a diminuição de nascimentos para "reduzir custos".


Por outras palavras, mais investimento público no "betão" e menos bocas para alimentar. A vida não é vista como um activo, mas como uma fonte de despesas e problemas.

A lógica é "Quanto menos nascermos, melhor..." .
Só gostava de saber, daqui a umas dezenas de anos, com este incentivo socialista ao decréscimo da natalidade, quem é que irá pagar impostos e as reformas dos velhinhos..


Diz uma das principais líderes democratas, Nancy Pelosi:


STEPHANOPOULOS: Hundreds of millions of dollars to expand family planning services. How is that stimulus?


PELOSI: Well, the family planning services reduce cost. They reduce cost. The states are in terrible fiscal budget crises now and part of what we do for children's health, education and some of those elements are to help the states meet their financial needs. One of those - one of the initiatives you mentioned, the contraception, will reduce costs to the states and to the federal government.


Os "errozitos" da nova lei do divórcio

O divórcio contribuí para o aumento da pobreza e nova lei do divórcio que, segundo o seu próprio autor, contém alguns "errozitos", vai agravar esta situação - Alerta do Senhor Presidente da República

educação dos filhos

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Falhas nos preservativos VIII

O "Estudo de Hábitos Anticoncepcionais das Mulheres que Abortam", feito ao longo de três meses em 2007, entrevistou 2.475 mulheres que interromperam uma gestação em algumas das principais clínicas do país. Desse total, 36 por cento disseram não usar nenhum tipo de anticoncepcional, e 40 por cento disseram usar preservativos masculinos.
Mas, entre as que usam o preservativo, 70 por cento admitiram que o uso era esporádico, que o preservativo era mal colocado ou que houve problemas.
O médico José Luis Doval, chefe do Serviço do Hospital del Cristal Piñor de Orense (noroeste da Espanha), um dos autores do estudo, atribuiu o volume de gestações indesejadas e consequentes abortos aos métodos escolhidos pelos casais e ao seu mau emprego.
"Como também elas mesmas reconhecem, ao se tratar majoritariamente de métodos como o preservativo, que interferem na espontaneidade da relação sexual, se faz uma má utilização, se produzem incidências ou nem sempre se utiliza em todas as relações sexuais, pelo imprevisto do momento", disse Doval em nota.

Violência doméstica e aborto


O Governo aprovou a 15 de Janeiro a «Proposta de Lei que estabelece o regime jurídico aplicável à prevenção da violência doméstica e à protecção e assistência das suas vítimas».
Este diploma vem na sequência do III Plano Nacional contra a Violência Doméstica (2007-2010) e de actividades como a intensa e imaginativa Campanha contra a Violência no Namoro lançada em Novembro, com uso de instrumentos técnicos inovadores, como pulseiras electrónicas. Esta é mesmo uma prioridade do Governo!
Tais excelentes iniciativas, na sua exuberância e sofisticação, contrastam com o silêncio à volta do aborto.
Qualquer que seja a sua causa e circunstâncias, um aborto é sempre uma das maiores violências exercidas sobre a mulher e, sobretudo, sobre o nascituro. O Governo, que a liberalizou, não inclui essa brutalidade nas questões a prevenir na violência familiar.
Pelo contrário, promove a sua prática com subsídios e recomendação médica em planeamento familiar. A interrupção da gravidez é um método terapêutico normal em Portugal.
Isto mostra o enorme poder da cegueira ideológica. Pessoas boas e bem intencionadas, fortemente preocupadas com a condição feminina, são capazes de aceitar actos infames por causa de dogmas doutrinais.
Aquilo que tantos criticavam no fanatismo religioso de épocas passadas regressa agora com outras orientações.
O executivo, que não incluiu no seu Programa de Governo de 2005 uma secção sobre os problemas familiares nem lhe tem uma Secretaria de Estado dedicada, vê a família simplesmente como um antro de pancadaria.
João César das Neves naohaalmocosgratis@fcee.ucp.pt

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Casar-se ou juntar-se ?


Perguntei-lhes se alguma vez tinham pensado em casar-se. Olharam para mim admirados. Então ele, com um sorriso de quem perdoa uma pergunta tão ingénua, tomou a iniciativa de responder. «Casar-se? Para quê? Já nos amamos e isso é o importante. Que sentido tem uma cerimónia exterior que não acrescentará nada ao nosso amor? Queremos um amor genuíno! Queremos um amor livre! Queremos um amor sem nenhum tipo de coacção! Este modo de actuar parece-nos muito mais sincero. Não necessitamos de nenhum tipo de ataduras. Ataduras que cortariam as asas da nossa liberdade». Ela concordava com a cabeça. Todo o raciocínio do namorado parecia lógico. Estava de acordo com ele. Não havia fissuras na sua argumentação.


À primeira vista, parece que o casamento significa uma perda de liberdade. Se uma pessoa decide casar-se, perde a capacidade de voltar a fazê-lo no futuro. Se a liberdade se entende somente como capacidade de escolha, sem dúvida que o casamento significa a perda dessa capacidade. Mas será que a liberdade é somente isso?


Hoje em dia, o casamento é muitas vezes visto como uma realidade oficial, formal e sem muito valor. Um convencionalismo antiquado. Uma instituição que “acorrenta” com elementos objectivos e escravizantes uma relação subjectiva e livre. A liberdade fica “atada”. A liberdade fica “obrigada” no futuro. Não parece sensato introduzir elementos “coactivos” numa relação livre. Introduzir elementos objectivos numa relação subjectiva.


É uma visão simplista. Assim como a noz não é somente a sua casca, o casamento não é somente a sua cerimónia exterior. O casamento é um vínculo que se cria a partir da livre vontade daqueles que se casam. O “sim” que pronunciam transforma-os. É um “sim” que compromete. A partir desse “sim”, o futuro fica determinado pelo “tu”.


Quem ama de verdade não deseja ser nem viver sem aquele que ama. Não deseja um futuro sem o outro. Seria um futuro sem sentido. Sem sentido também para a liberdade do “eu”.Quem ama de verdade deseja a fusão. Deseja um “nós” em lugar do “eu” e do “tu”. Deseja o compromisso que é o que dá origem ao “nós”. Um compromisso que não somente não tira a liberdade, mas liberta. Liberta o “nós” dos perigos do egoísmo e do orgulho. A eternidade no amor não pode vir da mera atracção mútua. Nem do simples enamoramento afectivo. Nem dos sentimentos românticos, por muito sinceros que eles sejam. A eternidade no amor só pode vir da liberdade que não teme comprometer-se sem condições.


Por isso, “juntar-se” não é a mesma coisa que casar-se. “Juntar-se” não muda o “eu”. Só muda as circunstâncias em que o “eu” vive. Pelo contrário, casar-se (comprometer-se de verdade), transforma o “eu”. Surge o “nós”. Um “nós” que será capaz de gerar vida e que cuidará dessa vida. Um “nós” que resistirá às intempéries, porque está protegido pela liberdade responsável daqueles que se amam de verdade.

Daqui
Pe. Rodrigo Lynce de Faria

A QUEM INTERESSA A LEGALIZAÇÃO DO ABORTO


Aborto e clonagem - ações comuns. Por quê?


Os organismos que estão trabalhando internacionalmente pela aprovação do aborto são as Fundações (que planejam e financiam as ações) e as organizações não governamentais (que as executam), por interesses econômicos, políticos, demográficos e eugênicos. A pressão para a legalização do aborto faz parte de uma estratégia e existe por causa de ações que se originam fora do Brasil.


A legalização do aborto cria um ambiente onde é possível desenvolver a pesquisa com clonagem que produzirá resultados espetaculares na reengenharia da sociedade humana. Hoje, porém, são financiadas sem expectativa imediata de lucro, mas aparentemente uma meta poder.Esta relação do aborto com a clonagem somente existe, na mente dos grandes condutores das Fundações, como constatamos, por exemplo, o envolvimento da Fundação Rockefeller com a Biologia Molecular. De modo imediato, a legalização do aborto é desejada por ser o meio mais rápido e eficiente de controle populacional.


O ex-diretor do programa de controle populacional da USAID, nos anos 70, Reimert Ravenholt, dizia que com o orçamento disponibilizado pelo Congresso Americano à USAID, um montante que representou na época, o segundo maior programa de ajuda externa já promovido pelos Estados Unidos em toda a sua história, menor apenas do que o Plano Marshal, que reergueu economicamente a Europa depois da Segunda Guerra Mundial, era possível reduzir de modo significativo o crescimento populacional de qualquer país do terceiro mundo, em um período de cinco anos, utilizando métodos convencionais como a esterilização e em apenas dois anos se pudesse ser utilizado o aborto.


No final dos anos 70, quando os dirigentes deste plano perceberam que sua apresentação como um plano norte-americano de controle populacional começava a ser questionado pelos países do terceiro mundo, o magnata do Petróleo John Rockefeller III, juntamente com uma cientista social que então trabalhava na Fundação Ford, resolveu introduzir o conceito de emancipação da mulher e dos direitos sexuais e reprodutivos, para que se pudesse impor a mesma coisa sem que se despertassem as mesmas reações.


Com isso, organizações como a Fundação Ford e as Organizações Rockefeller passaram a financiar ativamente as redes de OnGs feministas, o movimento homossexual, a educação sexual liberal, a dissidência dentro da Igreja Católica, através de organizações como as Católicas pelo Direito de Decidir, e outras similares. Além da introdução destes novos conceitos dentro da Organização das Nações Unidas para pressionar as Nações em desenvolvimento e, especialmente, as da América Latina a legalizarem o aborto.


Prof. Hermes Rodrigues Nery é Secretário-Geral da Executiva Nacional do Movimento Brasil Sem Aborto, Coordenador ds Comissão Diocesana em Defesa da Vida (da Diocese de Taubaté) e Vereador, Presidente da Câmara Municipal de São Bento do Sapucaí (SP).



Informações:


Movimento Nacional em Defesa da Vida - Brasil sem Aborto


O objetivo do movimento é defender a vida a partir da fecundação. Para isso reúne juristas, cientistas, professores e cidadãos que representam a sociedade civil, em manifestações pacíficas de natureza suprapartidária, supra-religioso, plural e democrático, focado na luta por uma agenda positiva, que discuti questões fundamentais do direito à vida plena.


Para difundir suas idéias e propostas para um universo cada vez maior, o movimento já conta com comitês Estaduais e a cada dia conquista novos integrantes, que vêm se organizando em caminhadas e eventos em todo Brasil, para chamar a atenção da população para as implicações que podem acontecer se a legislação vigente for alterada.


Contato/Imprensa:Geraldo Brito

Assessor de Comunicação


Texto daqui.

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

A Dor da Velhice

“A Dor da Velhice” é o titulo do próximo programa Em Reportagem, que vai para o ar quarta-feira dia 28, logo após o Telejornal.
“A Dor da Velhice” é uma incursão pela última fase da vida que muitas vezes é pautada por maus-tratos perpetrados por familiares muito próximos.
Esta reportagem faz um levantamento de situações doloroso por que passam os nossos idosos, desde a profunda solidão até à agressão física.
São relatos impressionantes, contados na primeira pessoa, e que suscitam uma reflexão profunda sobre como estamos a cuidar, ou não, dos nossos pais e avós e também o que se passará connosco, quando chegar a nossa vez.
“A Dor da Velhice” é um trabalho da jornalista Mafalda Gameiro, com imagem de Jaime Guilherme e João Martins e edição de imagem de Arthur Paiva.

Aborto em Portugal II


Sabe que os profissionais de saúde objectores de consciência (médicos / enfermeiros) estão impedidos de participar nas consultas de aconselhamento das mães que pedem o aborto?


Sabe que não se mostra à mãe a imagem do seu filho obtida por ecografia, embora essa ecografia exista de facto - para determinação do tempo de gestação?Que razões pode haver para tal disposição do legislador senão o interesse mórbido em maximizar o número de abortos, reduzindo na mesma proporção o de nascimentos? Optando por uma tão radical redacção, os deputados nossos representantes(?) deram ao desprezo o princípio do "consentimento informado" por parte da mãe. E ignoraram, na prática, as recomendações incluídas na mensagem enviada aos deputados pelo Presidente da República:«Cavaco Silva assinala que "importa, desde logo, que a mulher seja informada, nomeadamente sobre o nível de desenvolvimento do embrião, mostrando-se-lhe a respectiva ecografia, sobre os métodos utilizados para a interrupção da gravidez e sobre as possíveis consequências desta para a sua saúde física e psíquica". Para o Presidente da República, "a existência de um «período de reflexão» só faz sentido, em meu entender, se, antes ou durante esse período, a mulher grávida tiver acesso ao máximo de informação sobre um acto cujas consequências serão sempre irreversíveis". (fonte RadioVaticana)


Fonte: Portugal Pró-Vida


(Continuação daqui.)

Sobre a existência do mal


Alguns desabafos que escrevi na sequência das prisões que vou visitando por aí...


segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Ayudar a bien morir


El Parlamento de Francia acaba de terminar un informe de su comisión de estudios en la que recomienda mejorar las medidas de acompañamiento al enfermo terminal. En lugar de admitir la eutanasia o el suicido asistido, la solución para ayudar a bien morir a los enfermos terminales reside, en efecto, en extremar y mejorar los cualidades paliativos para estos enfermos.


Este informe del Parlamento francés, del que da cuenta uno de los últimos números de Aceprensa, se produce tras el caso Sebiré, un caso que conmocionó a la sociedad francesa. Si recuerdan los lectores, a principios del año pasado una enferma con un cáncer que le deformaba el rostro solicitó la eutanasia y, ante la negativa de las autoridades, optó por suicidarse. Pues bien, tras este lamentable episodio, el Parlamento de Francia decidió crear una comisión de estudio para analizar la aplicación de una ley de 2005 sobre el fin de la vida, ley que reconoce el derecho del paciente a no aceptar tratamientos considerados inútiles, que regula el testamento vital, admite el tratamiento del dolor bajo riesgo de acortar la vida y que, finalmente, obliga a todos los hospitales a tener camas disponibles para enfermos terminales. Esta ley no contempla ni la eutanasia ni el suicidio asistido puesto que diseña soluciones humanas para estos enfermos terminales. La eutanasia o el suicidio asistido, al contrario que las medidas contempladas en la ley de 2005, buscan la muerte del paciente, sea por acción sea por omisión. Las medidas de la ley de 2005 buscan aliviar el dolor del enfermo terminal, que es algo sustancialmente distinto.


Pues bien, la comisión, que estaba formada por cuatro parlamentarios de distintos partidos concluye que no existe un derecho a morir exigible ante la sociedad que justifique el suicidio asistido (proporcionando un producto letal) o la eutanasia (gesto activo para matar a petición del paciente). La eutanasia y el suicidio asistido no pertenecen a la especie de cuidados paliativos. Más bien están, dice la comisión parlamentaria, en otro contexto en el que se mina la relación especial de confianza entre el médico y el enfermo. Es mejor, mucho más humano, y también más lógico, facilitar una buena muerte paliando hasta donde sea posible el dolor del enfermo terminal en lugar de matarlo. Como dice la comisión, en lugar de admitir un derecho a morir, es mejor dar a conocer a pacientes y médicos las posibilidades de la ley de 2005, sorprendentemente desconocidas para una parte importante de franceses.


La comisión parlamentaria, como nos cuenta Aceprensa, propuso concretar en el código de deontología médica el modo de aplicar una sedación terminal cuando se han abandonado los tratamientos activos y el enfermo está inconsciente permitiendo así evitar agonías dolorosas. Claro está, esta sedación exige que el enfermo esté inconsciente y se hayan abandonado los tratamientos activos. En otro caso, tal práctica puede ser un caso de eutanasia. Con el fin de informar adecuadamente a las familias en estos casos tan delicados, la comisión parlamentaria también ha juzgado conveniente que en cada departamento médico haya un facultativo de referencia en cuidados paliativos que pueda mediar entre familias y médicos con el fin de buscar la mejor solución dentro de la ley.


Finalmente, la comisión parlamentaria reclama que se establezca un permiso laboral retribuido para el acompañamiento, a domicilio, de un familiar del enfermo terminal. Se plantea también la creación de un observatorio de prácticas médicas del fin de la vida con el objeto de conocer mejor las condiciones reales en que mueren los enfermos y se recomienda reforzar la formación de los médicos de cuidados paliativos.


Los diputados franceses que han formado la comisión de evaluación de la ley de 2005 entienden, pues, que la clave está en paliar el dolor, en ayudar a bien morir, en acompañar humanamente al enfermo terminal. Seguramente, entre las causas por las que algunos enfermos piden el suicidio asistido o la eutanasia se encuentra el desconocimiento de estas prácticas médicas y, sobre todo, la ausencia de personas de la familia que puedan acompañarles durante la enfermedad. La solución, como es lógico y razonable, está en la medicina que cura, que alivia el dolor, que ayuda a humanizar los últimos momentos de la vida.


Jaime Rodríguez Arana, Catedrático de Derecho Administrativo

Opinião daqui.

Dar mais vida à vida


Dar mais vida à vida


Acompanhar os doentes e famílias em situação de doença incurável e progressiva é o objectivo dos profissionais de saúde que trabalham na área de cuidados paliativos. Quando tudo parece perdido, estes profissionais vêm demonstrar que a vida continua a ter sentido.


A notícia de que se tem uma doença incurável é recebida como uma "bomba". O mundo desabafa e, de repente, a chama da esperança apaga-se, acendendo-se o receio de enfrentar a morte. No choque do momento, muitos doentes reagem com revolta, perante a derradeira frase "Não há nada a fazer!", veiculada por muitos profissionais. Quem trabalha na área de cuidados paliativos garante que há muito a fazer.


Não se trata de uma promessa de cura. "Os cuidados paliativos são dirigidos a pessoas em sofrimento, seja em situação de doenças graves e altamente incapacitantes ou doenças incuráveis e progressivas", explica a Dr.ª Isabel Galriça, presidente da Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos (APCP).


O objectivo, para além de controlar a dor física, é aliviar muito do sofrimento que consome os doentes com patologia incurável e progressiva. "Quando não se pode curar, podemos desenvolver estratégias terapêuticas que visam dar qualidade de vida a estes doentes", acrescenta a médica, também responsável pela Unidade de Cuidados Paliativos do Hospital da Luz, em Lisboa.


Não se pretende "camuflar" o problema, fazendo de conta que a doença não existe. O trabalho destas equipas de profissionais implica "o exercício de uma Medicina humanizada e, ao mesmo tempo, técnica, que usa todos os meios para promover o conforto dos doentes".


Nos cuidados paliativos "não se usam medidas drásticas, agressivas e desproporcionadas para manter as pessoas vivas". Acima de tudo, "respeita-se a vida, sem ignorar a inevitabilidade da morte", fundamenta. Para Isabel Galriça, os cuidados paliativos "não são o fim da linha". Esta razão justifica o aparecimento precoce e não no momento em que as especialidades esgotaram a resposta.


"Os doentes podem viver meses e, alguns deles, anos a receber cuidados paliativos. E isto não invalida que possam receber apoio de outras especialidades. Uns cuidados não impedem os outros, desde que o objectivo seja maximizar a qualidade de vida."

"Partir" com tranquilidade


Os destinatários destes cuidados, contrariamente ao que se julga, não são apenas os doentes oncológicos. As patologias neurológicas degenerativas, insuficiências hepáticas crónicas, cardíacas, respiratórias, renais, as infecções VIH/Sida, em falência terapêutica, também fazem parte do campo de intervenção da equipa multidisciplinar da Medicina Paliativa.


"Os cuidados paliativos não são uma antecâmara da morte para doentes em fase terminal", reforça Isabel Galriça. Para a especialista, "a morte não é uma possibilidade, é um facto da própria vida". E, independentemente dos avanços da Medicina, "a imortalidade ainda não é uma conquista".


A Medicina Paliativa assume-se, assim, como uma resposta ao sofrimento perante a doença incurável. "Enquanto se julgar que esta fase terminal é, inevitavelmente, um período de angústia, acha-se sempre que não há nada a fazer. Ignorar a morte, para além de nos tornar infelizes, contribui para que o final da vida seja mais traumático."


Então, o que podemos e devemos fazer para que essa não seja uma etapa de sofrimento? "Não se deve olhar para a morte como um fracasso, como uma derrota, como uma batalha perdida. Os profissionais de saúde nesta área entendem que, apesar de ser difícil, têm a função de ajudar as pessoas a partirem com tranquilidade", responde.

Dois anos no terreno


A equipa da Unidade de Medicina Paliativa do Hospital de Santa Maria, em Lisboa, composta por um núcleo de seis profissionais (e alguns colaboradores), prepara-se para assinalar o seu segundo aniversário. Desde Janeiro de 2007, a equipa tem-se esforçado para que a vida, em virtude de uma doença incurável, ganhe um novo significado.


"Estes doentes não deixam de ter expectativas e desejos. O trabalho técnico não consiste, exclusivamente, no alívio de sintomas. Frequentemente, há assuntos "pendurados" que incomodam e angustiam o doente. Sabemos que o sucesso terapêutico depende de uma intervenção mais alargada contemplando problemas de índole, psicológica e existencial", diz a Dr.ª Filipa Tavares, médica da Unidade.


Ao longo destes dois anos, "várias centenas de doentes e famílias têm demonstrado que é possível manter ou redescobrir a esperança", garante Amélia Matos, enfermeira chefe da Unidade. O trabalho destes profissionais consegue produzir resultados que, embora não sendo a cura, assentam na promoção de conforto e bem-estar. "Os nossos cuidados não têm como objectivo abreviar o tempo de vida, mas sim acompanhar o seu curso", salienta a médica.


O conceito de "dignidade" tem um papel central na Medicina Paliativa. "A filosofia dos cuidados paliativos preconiza o respeito pelo doentes, que, enquanto pessoas, têm o direito de desfrutar daquilo que lhe é mais significativo, independentemente do tempo de vida restante." E para que isso aconteça é preciso respeitar a sua "autonomia", a sua "individualidade", o seu "direito à informação e à tomada de decisão".


Depois da morte, "as famílias que assim o desejam podem continuar a ser apoiadas na consulta de Acompanhamento no Luto", explica a enfermeira. E acrescenta que, "em algumas circunstâncias, o processo de doença de um familiar ou amigo pode despertar uma necessidade de ajuda ao próximo", havendo pessoas que, "mais tarde, encontram em programas de voluntariado uma forma de partilharem vivências e saberes adquiridos".

Cuidados Paliativos em Portugal


Comparativamente com outros países, "Portugal está ao mesmo nível na área de cuidados paliativos", diz Isabel Galriça. A única diferença permanece na disponibilidade de alguns fármacos para o tratamento da dor, como é o caso da metadona. "Mas do ponto de vista de preparação dos técnicos e de diferenciação estamos no mesmo patamar que a Espanha ou Canadá". Sendo esta uma área que requer formação específica, a presidente da APCP (www.apcp.com.pt/) é da opinião de que ainda existem falta de profissionais em Portugal.


"O ministério comprometeu-se a criar mais unidades, mas o que se tem visto é que há unidades que se preparam para encerrar, o que não se coaduna com esta preocupação." Para se inaugurarem mais unidades, Isabel Galriça reforça a necessidade de se prepararem mais profissionais nesta área, porque "o factor qualidade é de extrema importância".

Andreia Pereira, daqui.

domingo, 25 de janeiro de 2009

O direito à vida, pela criança, na Declaração dos Direitos da Criança

Artigo 6
1. Os Estados Partes reconhecem à criança o direito inerente à vida.

Os direitos da criança antes e depois do nascimento na Declaração dos Direitos da Criança


(...) a criança, por motivo da sua falta de maturidade
física e intelectual, tem necessidade de uma protecção
e cuidados especiais, nomeadamente de
protecção jurídica adequada, tanto antes como
depois do nascimento
»

Princípio 4º

A criança deve beneficiar da segurança social. Tem direito a crescer e a desenvolver-se com boa saúde; para este fim, deverão proporcionar-se quer à criança quer à sua mãe cuidados especiais, designadamente, tratamento pré e pósnatal. A criança tem direito a uma adequada alimentação,
habitação, recreio e cuidados médicos.

A educação dos filhos nas Declarações

Declaração Universal dos Direitos Humanos
Aos pais pertence a prioridade do direito de escolher o género de educação a dar aos filhos. (Artigo 26/3)
Declaração dos Direitos da Criança

1. Os Estados Partes diligenciam de forma a assegurar o reconhecimento do princípio segundo o qual ambos os pais têm uma responsabilidade comum na educação e no desenvolvimento da criança. A responsabilidade de educar a criança e de assegurar o seu desenvolvimento cabe primacialmente aos pais e, sendo caso disso, aos representantes legais. O interesse superior da criança deve constituir a sua preocupação fundamental.

2. Para garantir e promover os direitos enunciados na presente Convenção, os Estados Partes asseguram uma assistência adequada aos pais e representantes legais da criança no exercício da responsabilidade que lhes cabe de educar a criança e garantem o estabelecimento de instituições, instalações e serviços de assistência à infância. (Artigo 18)

A família na Declaração Univesal dos Direitos Humanos

A família é o elemento natural e fundamental da sociedade e tem direito à protecção desta e do Estado. (Artg,16/3)

War Against the Weak


In War Against the Weak, award-winning investigative journalist Edwin Black connects the crimes of the Nazis to a pseudoscientific American movement of the early 20th century called eugenics. Based on selective breeding of human beings, eugenics began in laboratories on Long Island but ended in the concentration camps of Nazi Germany. Cruel and racist laws were enacted in 27 U.S. states, and the supporters of eugenics included progressive thinkers like Woodrow Wilson, Margaret Sanger, and Oliver Wendell Holmes. Ultimately, over 60,000 "unfit" Americans were coercively sterilized, a third of them after Nuremberg declared such practices crimes against humanity. This is a timely and shocking chronicle of bad science at its worst — with many important lessons for the impending genetic age.

Texto daqui.
Ver mais aqui, aqui e aqui (filme).


AFR (Autarquia Familiarmente Responsável) 2009 em curso


Está em curso o programa "Autarquias Familiarmente Responsáveis" para 2009 (AFR 2009), uma iniciativa da APFN para, através das autarquias, transformar Portugal num país familiarmente responsável, em que os casais possam ter os filhos que desejam sem serem penalizados por isso.

Recorda-se que, no passado dia 21 de Maio, a APFN apresentou o seu Caderno 17 "Política de Família Municipal" (http://www.apfn.com.pt/Cadernos/cadernos_apfn.htm), que inclui as medidas em vigor nas diversas autarquias, e anunciou a criação do Observatório das Autarquias Familiarmente Responsáveis (OAFR), através do qual iria criar um sistema de apoio e incentivo às autarquias para criarem medidas de política de família local, à semelhança do já existente em algumas.

Na sequência deste trabalho, a APFN criou o site http://www.observatorioafr.org/, através do qual os 309 municípios poderão consultar as medidas recomendadas pela APFN e são entusiasmados a preencherem um inquérito sobre as medidas que já têm disponíveis para as famílias do seu concelho assim como para os seus trabalhadores, enquadradas numa perspectiva de conciliação trabalho-vida familiar.

Todos os 309 municípios foram, no início deste mês, convidados pela APFN a aderirem a este programa e a preencherem o inquérito online até ao próximo dia 31 de Janeiro.

Os municípios julgados mais familiarmente responsáveis pelo Observatório AFR, receberão, em data a anunciar, a bandeira cuja imagem se reproduz acima.

A APFN convida todos os portugueses e a comunicação social a aderirem a esta iniciativa da APFN, incentivando os municípios a concorrerem a este programa, para benefício de todos, a fim de Portugal melhor enfrentar o cada vez mais rigoroso Inverno Demográfico em que tem vindo a mergulhar.

Fonte: Comunicado APFN

sábado, 24 de janeiro de 2009

A Educação dos filhos


Pela nossa colega de blog, Alexandra Chumbo

Bem vindo ao João Noronha !!!

É com muita alegria que vos comunico a entrada de mais um colaborador para o nosso blog, o João Noronha que tem vindo a fazer um excelente trabalho no seu blog Fiat Lux.
Com a sua entrada já não vou precisar de ir, volta e meia, ao seu blog buscar ou "linkar" material informativo de grande relevância, com especial destaque para questões relacionadas com o aborto no resto do mundo.
Um abraço ao João e que seja muito bem vindo !

Aborto: Outras Propostas

Petição contra lei do aborto entregue amanhã na AR

Uma petição de cerca de 4500 assinaturas contra a lei do aborto vai ser entregue amanhã na Assembleia da República (AR).
Uma das reivindicações do documento é a possibilidade de, nas declarações de rendimentos, os contribuintes poderem optar por dar dinheiro para associações de apoio às mães em vez de contribuírem para a aplicação da lei do aborto, explica Luís Botelho Ribeiro, um dos seus impulsionadores.
"Cerca de 25 milhões de euros ao ano, dinheiro dos contribuintes, é hoje destinado ao aborto", refere um dos responsáveis do movimento recém-criado Portugal pró Vida e o primeiro subscritor da petição, Botelho Ribeiro, que é professor de Engenharia na Universidade do Minho.
A petição defende o direito de "objecção de consciência para os cidadãos-contribuintes que entendam gravemente atentatório para a sua consciência ver-se pelo Estado forçados a dar a sua colaboração material, através de impostos, para a realização de abortos", lê-se.
"Seria de elementar justiça que o legislador tomasse em conta esta questão", sublinha.
A petição pretende que a lei do aborto seja revogada ou, pelo menos, revista. O documento advoga que o problema dos abortos clandestinos não desapareceu e que, "por descuido grosseiro do legislador, a lei transformou o aborto num método contraceptivo de facto, permitindo abortos múltiplos, já verificados". Botelho Ribeiro diz "que esse fenómeno existe mas sem dados oficiais. Precisamos de dados oficiais".
A seguir à entrega da petição, os promotores da iniciativa dão uma conferência de imprensa na Casa da Nazaré, localizada em frente à Clínica dos Arcos, em Lisboa, que faz interrupções voluntárias de gravidez no âmbito da lei.
Botelho Ribeiro diz que aí pretendem também chamar a atenção para o facto de o Tribunal Constitucional ainda não se ter pronunciado sobre o pedido de fiscalização sucessiva da lei do aborto, feito por um grupo de deputados, estando "há quase dois anos na gaveta."
O porta-voz deste grupo de cidadãos critica ainda as pressões do poder político junto da classe médica para que alterassem o seu Código Deontológico.

13.01.2009, Catarina Gomes
Ver mais aqui.

As 7 Mulheres Mais Importantes Que Nunca Conhecerá

O problema do deficit demográfico em Portugal e na Europa

Em recente estudo publicado pela Direcção Geral do Emprego e Assuntos Sociais, e na sequência da entrada de 10 novos países, em que se verificou um aumento da população para mais cerca de 20% (para 450 milhões), e um aumento do PIB de apenas 4,5%, é referida a consequência do aumento das disparidades económicas e sociais, das substanciais alterações demográficas e os desafios para a sua resolução que não podem ser subestimados.


No que se refere à tendência da variação na população é referido que o desafio do envelhecimento persiste e que 3/4 da população estão concentrados em seis países (Alemanha, Inglaterra, França, Itália, Espanha e Polónia) e que o restante 1/4 está distribuído pelos restantes dezanove países.


Esta situação vai acelerar ainda mais o envelhecimento, em menos de uma década, levando a União Europeia a ter que enfrentar a perspectiva de um rápido envelhecimento e de uma redução da população.


A fertilidade tem sido muito baixa também nos novos Estados Membros ao longo de mais de uma década.


Tomando os 15 países da EU, na última década a esperança de vida mudou para os homens de 73 para 78 anos e para as mulheres de 79 para 83 anos.


Este deficit espera-se que seja colmatado em parte com a emigração proveniente de países terceiros, que se tornou um importante factor nas alterações recentes da população, que cresceu consideravelmente em tamanho e importância durante a última década.


Para que isso seja benéfico são necessárias políticas de integração mais positivas e uma gestão das pressões da emigração mais pro-activa.


Resumindo, é salientado que:


1) O alargamento da EU não vai alterar o processo de envelhecimento. O potencial para o crescimento económico e melhoria da situação social continuará a ser afectada por uma população em contracção e uma expansão da população na condição de reformada.


2) Os próximos cinco anos representam a última parte da janela de oportunidade antes que um rápido aumento do processo de envelhecimento comece. Para preparar para o envelhecimento esforços tem de ser intensificados para aumentar o emprego e a idade de saída do mercado de trabalho.


3) Nos últimos dez anos o saldo positivo da migração tem sido o principal gerador do crescimento da população na EU principalmente provenientes dos países de leste que há dois anos aderiram à EU, os quais progressivamente passarão de fornecedores de migrantes a recebedores de migrantes, as políticas de promoção da integração económica e social de emigrantes tornar-se-ão motivo de grande preocupação na Europa.


4) Com a entrada dos últimos dez novos países o número de países com baixas taxas de fertilidade aumentou. Torna-se pois necessário rever e promover rapidamente políticas muito mais amigas da família no sentido de promover o aumento das taxas de fertilidade e também a participação das mulheres no mercado de trabalho, sem o que o potencial do crescimento económico na Europa, continuará a diminuir o que representará uma catástrofe para a Europa.


O gráfico seguinte compara as alterações da população na EU, a 25 membros, os EUA e o Japão, desde 1950 a 2030. É por isso muito preocupante que assinalamos a perda de potencial de crescimento económico na Europa e Japão em relação aos EUA que continuam pujantes mantendo uma taxa de crescimento sustentada e por isso aumentando ao máximo o seu potencial de crescimento.



Por toda Europa, a taxa de fecundidade é inferior ao limiar de renovação das gerações (cerca de 2,1 crianças por mulher); em muitos Estados Membros, passou mesmo a menos de 1,5 crianças por mulher.
De acordo com o Eurostat, a população da União (a 25 países) deverá crescer ligeiramente até 2025 graças à imigração, antes de começar a decrescer: 458 milhões de habitantes em 2005, 469,5 milhões em 2025 (+2%) e 468,7 milhões em 2030. Todavia, em 55 das 211 regiões da União Europeia, de 15 Estados Membros observou-se já uma queda da população na segunda metade dos anos noventa; é o caso da maioria das regiões dos novos países (35 das 55 regiões) em virtude de um declínio natural e de uma emigração líquida.
Este decréscimo é mais rápido e profundo se considerarmos apenas o total da população em idade activa (15-64 anos): entre 2005 e 2030, prevê-se uma perda de 20,8 milhões de pessoas.”
O decréscimo da população na idade activa, acima mencionado, em conjunto com o aumento do envelhecimento é gravíssimo para o futuro europeu, pois um dos factores principais do potencial do crescimento económico é o aumento da população, e, se ela decrescer é evidente que toda a Europa irá empobrecer devido a este elemento.
O relatório do grupo de alto nível, presidido por Wim Kok, havia salientado a importância do desafio demográfico para a Estratégia de Lisboa: “o envelhecimento poderia fazer passar o crescimento potencial anual do PNB (Produto Nacional Bruto) europeu dos actuais 2 a 2.25% para 1.25% em 2040. O espírito empresarial e a apetência da nossa sociedade para a iniciativa seriam também afectados.”
A taxa de fecundidade em Portugal em 2000 situa-se próxima dos 1,6 crianças por mulher segundo indicadores apresentados num seminário do MTSS, no ano passado, sendo discutidos os seguintes três cenários considerando o período 2000 a 2050 e levando em conta, saldos migratórios positivos moderados e o aumento da esperança de vida nas mulheres para 85 anos e nos homens para 79 anos.
Cenário Base:
- crescimento da taxa de fecundidade para 1.7 crianças por mulher - população prevista de 9,3 milhões de residentes. (de notar a população residente em 2000 é de 10,3 milhões portanto Portugal perde 1 milhão de pessoas neste período)
Cenário Pessimista:
- crescimento da taxa de fecundidade para 1.3 crianças por mulher - população prevista de 7,5 milhões de residentes. (Portugal perde 2,8 milhões de pessoas neste período) Cenário Optimista: - crescimento da taxa de fecundidade para 1.9 crianças por mulher - população prevista de 10 milhões de residentes. (Portugal perde apenas 0,3 milhões de pessoas neste período) Certamente todos estamos de acordo que, de facto, os cenários apresentados são muito penalizadores para o futuro do país, afectando o seu potencial de crescimento económico de forma muito significativa, e deste modo conduzindo ao aumento do desemprego e da pobreza em geral.
É pois muito urgente que em Portugal e na Europa se implementem políticas amigas da família de forma a incentivar e apoiar financeiramente as mulheres e homens portugueses e europeus a terem mais filhos, pelo menos, atingir uma taxa superior a 2.1 filhos por casal e a adopção de condições laborais adequadas e favoráveis a essas políticas.
José Leirião, Presidente do Conselho Fiscal do Centro Social Paroquial de Azambuja
Daqui.

Uma crónica para fazer pensar...

Nos passados dias 24 e 25 de Maio realizou-se em Coimbra, promovido pela Fundação Bissaya Barreto, um encontro sobre a gravidez na adolescência, com o feliz sub-título “Quando uma criança embala o berço”. Convidado a dar uma perspectiva jurídica do problema, de útil levei-lhes apenas uma pequena parte da história da vida da Alexandra.


A Alexandra vivia (suponho que ainda viva) num lugar ignoto, ali para os lados da Pampilhosa da Serra. Corria então relativamente a ela um processo tutelar pelo tribunal de Familia e Menores de Coimbra (na altura ainda os processos de ligados a menores reconduziam-se todos a esta figura), processo tutelar iniciado sobretudo devido aos problemas escolares que enfrentava, a par, “et pour cause”, das miseráveis condições sócio-familiares que a acompanhavam na infância.


Não apenas por razões processuais mas porque se impunha o conhecimento directo da menina, foi agendada uma diligência para tomada de declarações a ela e aos pais, diligência essa a ser realizada no tribunal judicial de Pampilhosa da Serra.


Porque a viagem não é propriamente algo fácil, recordo-me que chegámos ao tribunal, eu e a funcionária que me acompanhava, com cerca de meia hora de atraso. Aguardavam-nos, como sempre, um conjunto significativo de crianças e familiares convocados para diversos actos processuais, que iam desde questões de divórcio a partilhas na sequência de divórcio, às permanentes situações de absentismo escolar e carências ao nível de apoio económico e familiar.


Sentada num dos reluzentes bancos do tribunal (o edifício havia sido inaugurado pouco tempo antes), uma menina de longos cabelos negros, que aparentava não ter mais de 13 anos, de aspecto extremamente frágil e notórios sinais de algum descuido em termos de higiene no vestuário. O que de imediato me chamou a atenção foi aquela barriguinha que a rapariga apresentava, em claro falta de sintonia com o resto do corpo.


Confesso que, se já levava algum enjoo das curvas da serra, aquela visão deixou-me ainda mais estonteado. Fingindo uma serenidade que não tinha, entrou no gabinete com o sorriso semi-coberto pelos cabelos, num claro embaraço pela situação e, está bom de ver, com uma enorme vontade de estar noutro qualquer local que não aquele. A Alexandra, que na realidade tinha completado muito recentemente os 15 anos de idade, apresentava então uma gravidez de cerca de 6 meses.


Estranhamente, nem os próprios serviços do IRS (que era então a instituição que apoiava o tribunal neste tipo de matérias), haviam dado conta daquela gravidez, apesar de o último inquérito social realizado ser datado de cerca de 3 meses antes. Provavelmente confortada pela presença feminina da funcionária judicial, ainda que sem entrar em pormenores – nem esse era o objectivo – narrou-nos com alguma facilidade como tinha tido um primeiro contacto sexual com um rapaz da sua povoação, um pouco mais velho, convencida, dizia ela, que na primeira relação sexual não poderia engravidar e a forma como no início foi capaz de disfarçar o aumento de volume do seu corpo. O que lhe custava, disse-o ela, não era tanto ter o filho – justificando-se com o facto de a sua própria mãe ter tido um filho com 16 anos de idade - mas a sua incapacidade de suportar - na expressão dela - o “gozo” dos colegas da escola.


Não faço a mínima ideia o que é feito hoje da Alexandra e do seu filhote. Porém, sempre que as estatísticas nos recordam que a nível europeu Portugal é o segundo país com a maior taxa de gravidez na adolescência, vem-me à memória a Alexandra e a sua barriga proeminente fazendo abrir os botões da blusa apertada.


Por Paulo Eduardo Correia, Magistrado Judicial. (Daqui.)

Uma Criança, uma Esperança


Mais um político que arrastará consigo o peso de milhares de vidas perdidas


Excelente (e bem documentado) post do nosso amigo Wagner Moura sobre a influência do lobby pró-aborto junto do Presidente Obama.


Destaque para esta afirmação:


"Pelo menos dez milhões de dólares teriam sido doados, em nome da Planned Parenthood (a maior cadeia de clínicas abortivas do mundo), à campanha do atual presidente americano pró-aborto"





P.S.- Para quem não sabe esta foto faz referência ao último filme de Batman.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Is abortion hurting New Zealand women?



http://www.voiceforlife.org.nz/

Activistas pró-vida convergem em Washington


Depois da gigantesca multidão que se reuniu na capital dos Estados Unidos para ver a inauguração de Barack Obama, esperam-se hoje 200 mil pessoas que marcharão a favor da vida e contra o aborto.

A marcha decorre anualmente desde 22 de Janeiro de 1973 quando o aborto foi legalizado, por ordem do Supremo Tribunal no famoso caso “Roe versus Wade”.

Este ano a marcha ganha outra importância uma vez que as opiniões pró-aborto de Obama não auguram nada de bom para o movimento que procura limitar o número de abortos praticados nesse país.

“O nosso presidente tem o poder para alterar a direcção pró-vida em que o país tem estado a caminhar”, explicou Eileen Picket, uma das participantes à agência Zenit, “O nosso país deve afirmar que o aborto é um crime terrível que mata seres humanos inocentes, e devemos rezar para que a nova Administração compreenda isto”.

A noite de ontem foi marcada por uma vigília de oração que durou toda a noite em que os participantes, essencialmente jovens, rezaram pelo respeito pela vida.
Enquanto senador, Barack Obama votou consistentemente pró-aborto em todas as ocasiões que se apresentaram. Num discurso perante a Associação para Planeamento Familiar, uma das organizações mais activas na promoção do direito ao aborto, garantiu que, caso fosse eleito, a sua primeira acção seria ratificar o “Freedom of Choice Act”, que tem o objectivo de liberalizar ainda mais o acesso à prática do aborto.

Por ocasião da inauguração presidencial, um movimento Católico pró-vida lançou um anúncio em que se vê um embrião no útero da mãe. Enquanto se mexe, aparecem as seguintes frases: “O futuro reserva-lhe uma casa disfuncional. Vai ser abandonado pelo pai. A sua mãe solteira terá dificuldades em criá-lo. Apesar de todas as dificuldades que vai enfrentar, esta criança tornar-se-á o primeiro presidente afro-americano”, com a imagem a passar da ecografia para Barack Obama.

Porque todos têm direito a nascer


Roteiro de Saúde Materno-Infantil para todos os Imigrantes


De 19 a 31 de Janeiro, a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, o ACIDI, I.P. e a Câmara Municipal de Lisboa, em parceria com diversas Juntas de Freguesia, Comunidades Religiosas, Associações de Imigrantes e Organizações de Solidariedade Social, promovem um Roteiro de Saúde Materno-Infantil especialmente dirigido a imigrantes.


Se é imigrante, está grávida ou é mãe de família, não perca a oportunidade de receber apoio ao nível da sua saúde. Trata-se de uma acção de promoção da saúde para famílias imigrantes, em particular as crianças e as grávidas, com ou sem situação regularizada.


Todos os imigrantes têm direito à saúde em Portugal, qualquer que seja a sua situação. Por isso, se é imigrante ou conhece imigrantes que precisem de acesso à saúde, em especial crianças e grávidas, aproveite os meios que estão colocados à disposição das famílias imigrantes nas últimas duas semanas de Janeiro.


Nessas duas semanas, serão criadas duas unidades móveis de rastreio em Lisboa: uma de Saúde Materna no Socorro (junto à Igreja de Nª Srª da Saúde) e outra de Saúde Infantil no Largo dos Anjos.


Será também distribuida informação sobre Saúde da Grávida, Saúde na Infância e Acesso aos serviços de saúde: Ao mesmo tempo, nos centros comerciais do Martim Moniz, dois Quiosques de Saúde irão divulgar e sensibilizar sobre a Saúde Materno-Infantil para Imigrantes.


Também de 19 a 31 de Janeiro, estará patente uma exposição de fotografia no ACIDI, I.P., intitulada "Diálogos".


Por último, estão previstas 4 sessões de Educação para a Saúde:

- 21 e 28 de Janeiro, das 14:00h às 19:00h, no Espaço Santa Casa, Rua do Carmo 17- Lisboa - 22 e 29 de Janeiro, das 14:00h às 19:00h, no Centro Nacional de Apoio ao Imigrante (CNAI)


(Informação detalhada sobre as acções de Formação)


Funchal adopta Cartão Municipal de Família Numerosa


A APFN saúda o Município do Funchal pela criação do Cartão Municipal de Família Numerosa, com importantes descontos associados, colocando-se na linha da frente das Autarquias Familiarmente Responsáveis, a par com as Câmaras de Vila Real, Coimbra e Tavira.

Esta autarquia vem juntar-se a dezenas de outras que já perceberam que só terão futuro se apoiarem fortemente as famílias com três ou mais filhos.

A adopção destas medidas por todo o país e por diferentes forças partidárias, mostra bem que esta é uma questão de visão política e de verdadeira preocupação com o crescente e cada vez mais rigoroso Inverno Demográfico que atinge o país e que só é possível combater com o reforço das condições de vida das famílias e da sua estabilidade conjugal, como é bem claro nos depoimentos de vários especialistas mundiais no documentário "Inverno demográfico - o declínio da família humana", estreado em Portugal no passado dia 27 de Setembro (http://www.invernodemografico.org/).

A APFN espera que este exemplo seja, em breve, seguido pela totalidade dos municípios, uma vez que se trata de contributos concretos e eficazes para o combate à cada vez maior crise demográfica e instabilidade familiar.

A APFN espera, ainda, que o Governo e o Parlamento percebam a mensagem, não só adoptando uma política a sério de apoio às famílias com filhos, tanto maior quanto maior o seu número, como acabando de vez com a sua cruzada suicida dirigida contra os filhos de pais casados, o que faz com que as famílias com três ou mais filhos sejam os líderes destacados no índice de risco de pobreza, comprometendo seriamente o futuro (e o presente) do País.

Fonte: APFN

Obama e o aborto

Obama inicia promoção do aborto

Eu juro e comprometo-me pessoalmente a...

A histeria da obamania tem várias matizes e manifesta-se de várias formas.

Algumas são clara e objectivamente positivas, tal como este Vídeo o demonstra.

Porque é que só presidente ou primeiros-ministros, etc.. é que têm que jurar solenamente cumprir certos deveres e respeitar certos valores ?

Porque é que o cidadão comum, pai, filho, patrão, trabalhador, etc... também não se têm que comprometer com o cumprimento dos seus deveres ?

Numa altura de crise em que a maior parte dos analistas defendem uma maior intervenção do Estado na vida das pessoas, incluindo através do recurso massivo a nacionalizações, é uma boa altura para recordar a frase do Presidente Kennedy
"Não perguntem o que o vosso país pode fazer por vós, perguntem, antes, o que vocês podem fazer pelo vosso país"

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Nova Lei do Divórcio causa dificuldades aos Juízes

Tal como já se previa aqui e aqui, a nova lei do divórcio feita à pressão e à martelada, já está a causar muitas perplexidades de natureza prática ao dia a dia dos Juízes.

O potencial da vida intra-uterina

E se o filho mais novo de uma família de 5 pessoas, pobre tivesse sido abortado por mera opção da sua mãe até às 10 semanas de gravidez, em face das mais do que previsíveis dificuldades económicas que se seguiriam ?




E se uma jovem mãe, abandonada pelo marido, grávida, tivesse achado que não tinha condições para criar o seu filho e, por isso, o tivesse abortado por mera opção até às 10 semanas de gravidez ?


Cidadãos pró-vida não deveriam pagar abortos

Taxpayers Should Not Pay for Abortion
January 19, 2009

Dear Friends,
As Congressman David Obey (D-Wis.) embarks on his 21st term in Congress and his new term as Chairman of the powerful House Appropriations Committee, he needs to hear from you that American taxpayers should not be supporting and paying for abortions.


For nearly three decades, Congress has enacted annual rules that ensure the American people are not forced to fund abortions or groups that practice and promote abortions here at home and around the world. This "firewall" protecting the moral convictions of U.S. taxpayers has stood us in good stead.

Now many in Congress want these rules -- 20 in all -- repealed on bills that will originate in his committee. Inevitably, they want Representative Obey to take the lead and become the nation's Abortion Czar.

Sign our petition to Chairman Obey today. FRC will deliver the petitions to his office on January 23, 2009 to express the desire of the American people not to be forced to be complicit with abortion. After you've signed, forward this petition to friends and family so that they can add their names. Let's keep Congress -- and taxpayers -- out of the abortion business.Thank you for taking action today and God bless you.

Sign Our Petition to Help Block Tax-Funded Abortions
Sincerely,
Tony PerkinsPresident

Daqui

Aborto em Portugal


Sabia que o aborto dá direito a subsídio de maternidade por de 14 a 30 dias?


Segundo dispõe o Decreto-Lei n.º 105/2008, de 2008-06-25, que instituiu «medidas sociais de reforço da protecção social na maternidade», o subsídio social na maternidade passou a ser também concedido nas situações de interrupção voluntária a gravidez nos termos do artigo 142.º do Código Penal (cfr. art.º 4.º, n.º 2 do diploma). (fonte in-verbis)



Sabia que se está a recorrer ao Aborto como método anticoncepcional e eventualmente a "viver do subsídio"?



"Desde Julho (2007) que a Interrupção Voluntária da Gravidez, por opção da mulher, está legalizada e já temos um caso de uma senhora que vai interromper a gravidez pela terceira vez e temos algumas senhoras que vão com a segunda interrupção voluntária da gravidez", notícia de Abril 2008 (fonte GuimaraesDigital)



Sabe que, podendo determinar o sexo do bebé à 8ª semana, a actual lei portuguesa que permite o aborto "porque sim" até às 10ª semana dá cobertura ao aborto "eugénico". É legítimo alguém abortar se o bebé não vai ser menino ou não vai ser menina como se "planeava"?



Portugal abriu a porta ao aborto eugénico na sequência de análises que determinam o sexo do feto, com base em técnicas de biologia molecular de última geração. Os testes, feitos às 8 semanas de gestação (para maior exactidão) ou até antes, incidem sobre uma pequena amostra do sangue da mãe. Detecta-se a presença do cromossoma Y o qual, a verificar-se, indica que o bebé será um menino. Há vários laboratórios que realizam estes testes em Portugal, os quais - diga-se - são completamente legais... tal como um possível aborto subsequente. (fonte SAPO, aqui e aqui)



Fonte: Movimento Pró Vida

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Campanha de Apoio aos Sem-Abrigo. Um par de meias pode fazer a diferença!

Porque gostamos de acolher as boas causas pela vida, transcrevemos e divulgamos... Ajudem, por favor:

Nas últimas semanas o frio tem apertado. Enquanto nós temos uma caminha quente para nos abrigarmos, não podemos esquecer que, só em Lisboa, centenas de pessoas, sem-abrigo, estão a dormir nas ruas.
Gostaríamos então de desafiar todos os irmãos e amigos que puderem, a envolverem-se na "Campanha de Apoio aos Sem-Abrigo", conduzida pelo Exército de Salvação (só até dia 23 de Janeiro).
Neste caso apelamos, não à recolha de roupas em geral, mas especificamente do seguinte: Cobertores; Meias quentes; Cachecóis; Gorros; Luvas; Roupa interior masculina.
Todos estes donativos devem estar em bom estado e ser canalizados directamente para: Centro de Acolhimento dos Sem-Abrigo - Exército de Salvação - Rua da Manutenção, n.º 7, Xabregas 1900-318 Lisboa
Horário de funcionamento: 15.00H - 19.00H. Tel: 218680908
Para mais informações, contactar directamente o director do Centro, Dr. João Barros - joao.barros@exercitodesalvacao.pt.

«SENHOR, quando foi que O vimos com fome e lhe demos comida ou com sede e lhe demos água? (...) Aí, o REI responderá: "EU afirmo-vos que isto é verdade: quando vocês fizeram isso ao mais humilde dos meus irmãos, foi a Mim que fizeram"» - Mateus 25:37, 40

Os efeitos do aborto na mulher


De facto, os efeitos do aborto na mulher como alguns pró-abortistas defendem, quando é realizado em instituições hospitalares e de forma medicamente assistida, é mesmo indolor, higienizado, sem quaisquer tipo de sequelas físicas e muito menos sequelas psicológicas.


Assim, o confirma o depoimento de uma jovem algarvia que praticou recentemente um aborto no hospital de Faro.


Eis o seu testemunho:



"Isto passou-se na quinta-feira, 8 de Janeiro. Decorreu o fim-de-semana e começou esta última semana sem que as hemorragias e dores abdominais parassem. "Sentia o coração com um batimento incrível, senti-o na cabeça", diz Sara. À 01h00 de sexta-feira, dia 18, já depois de ter desmaiado duas vezes, voltou ao HF, "com a pulsação a 200 batimentos por minuto", garante.


"Colocaram-me uma pulseira vermelha, pelo que acho que a situação era grave", recorda, "mas não me fizeram nada a noite toda", reclama. "Às 04h00 disse que me ia embora mas um médico mostrou-me as análises e disse que não podia", continua, "que a hemoglobina estava a menos de metade do que devia".

Mesmo assim, só às 10h00 é que recebeu assistência. "Voltei a ver o mesmo médico e chamei-o", conta Sara, "foi quando me trataram". Recebeu três transfusões de sangue e soro. E acabou por ser transferida para a Ginecologia, onde ontem continuava internada. Hoje deve ter alta"



Fonte: Correio da Manhã

NOVA CRECHE EM FARO

Faro, tal como muitas cidades portuguesas tem ainda uma grave carência de Creches, onde a procura é sobejamente superior à oferta. Contudo, Faro tem a partir de agora uma nova Creche - “Bebés & Companhia” que destina-se a receber crianças entre os 3 meses e os 3 anos de idade, havendo ainda vagas para o ano 2009.

Esta Creche encontra-se localizada na Rua Azevedo Coutinho, nº.12 (perto do Bom João), numa zona de moradias, calma, de fácil acesso, com boa exposição solar, muita luminosidade e dotada de espaços exteriores.

É constituída por um Berçário para crianças entre os 3 meses e a idade de aquisição da marcha; uma Sala de Actividades para crianças entre os 12 e os 24 meses de idade e uma Sala de Actividades para crianças entre os 24 e os 36 meses de idade estando aberta das 08h00 às 19h00 (com possibilidade de prolongamento), de maneira a dar resposta às necessidades profissionais dos Pais.

A Creche "Bebés & Companhia" oferece um ambiente muito familiar, harmonioso, seguro e principalmente de muito afecto, orientado por pessoal qualificado que irá promover um desenvolvimento físico e emocional saudável para cada criança.

Para contactar esta creche poderão consultar a página: http://www.creche-bec.com

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Testemunho impressionante de vida: Virginia Felipe

Mãe espanhola desafia doença


Uma espanhola conseguiu ser mãe apesar de sofrer de uma doença que geralmente impede a fertilidade. Virginia Felipe sofre de atrofia muscular progressiva e deu agora à luz o segundo filho, num caso que os médicos consideram inédito.


Ver mais aqui.
Ver muito mais aqui. Blog aqui.


Deve a mulher que cometeu um aborto ser punida ?

Aqui está um contributo brasileiro sobre esta temática.

P.S.- Como jurista a favor da vida, sou a favor da consagração de uma pena para todos os autores morais, materiais e cúmplices da prática do aborto.
Mas também acredito na suspensão provisória da pena, nos casos em que tal seja possível e no julgamento casuístico das situações, com aplicação equitativa dos critérios de avaliação e julgamento dos vários tipos de culpa envolvidos e de todas as circunstâncias atenuantes e agravantes que só ao tribunal caberá decidir.

Bush e a defesa da Vida

George Bush, a poucos dias da sua saída da casa Branca, emitiu um comunicado de grande coragem política que mostra bem o seu empenho pela defesa da vida intra-uterina.

Vale a pena ler, pelo que tem de bonito e forte.

Fez-me lembrar o discurso de St. Tomas More perante o tribunal que o tinha acabado de condenar à morte.

Porém, seria hipócrita se não me lembrasse também dos milhares de mortos que causou a guerra no Iraque; uma guerra evitável e de eficácia duvidosa.

Também teria sido importante que, aí, Bush tivesse defendido a vida...

Tristes paradoxos!

domingo, 18 de janeiro de 2009

Embriões no congelador

Um resultado imprevisto do tratamento de fertilidade

Por Denise Grady

Desde há cerca de 15 anos Kim e Walt Best têm pagado 200 dólares por ano para conservarem nove embriões num congelador da clínica de fertilidade da Duke University – embriões de que já não precisam, porque já conseguiram ter filhos, mas que Kim Best não admite destruir, doar ou oferecer a qualquer outro casal.

Os embriões foram criados por fertilização «in vitro», da qual nasceu um par de gémeos, agora de 14 anos. Embora o casal, que vive em Brentwood, Tennessee, já não queira mais filhos desde há vários anos, tem sido para ambos um dilema o que fazer com esses embriões restantes. Walt, o marido, não se importava de eliminá-los; ela não suporta a ideia.

«Não há solução fácil», diz Kim Best, enfermeira. «Eu não posso olhar para os meus gémeos sem me perguntar de vez em quando como seriam os outros nove. Por enquanto, vou conservá-los congelados. Consultarei o coração…»

400.000 embriões, pelo menos, mantêm-se congelados em clínicas dos Estados Unidos, mas todos os dias aumenta o seu número, e muitas pessoas, que foram tendo filhos, cada vez acham mais difícil tomar uma decisão quanto ao destino desses embriões. Um recente estudo sobre 1.020 pacientes de fertilidade em nove clínicas revela neles mais do que um simples desagrado pelas opções que geralmente lhes são apresentadas pelas clínicas. O estudo, em que o casal Best participou, foi publicado na quinta-feira passada no jornal «Fertility and Sterility».

Entre os pacientes que não querem mais filhos, 53% não quiseram doar os seus embriões a outros casais, sobretudo porque não querem que outras pessoas eduquem os seus filhos, ou que os seus próprios filhos sofram, pensando na possibilidade de encontrarem um dia um irmão desconhecido.

43% não quiseram que os seus embriões fossem eliminados. Cerca de 66% declararam que talvez os oferecessem para investigação, mas esta opção só seria possível em quatro das nove clínicas. 20% disseram que preferiam conservar os embriões congelados para sempre.

Os embriões podem manter a vitalidade por uma década ou mais, no caso de terem sido congelados apropriadamente, mas, mesmo assim, nem todos sobreviveriam ao ser descongelados.

Alguns pacientes desejam soluções diferentes das que costumam ser-lhes propostas. Entre elas, uma pequena cerimónia durante a eliminação dos embriões, ou a sua colocação no seio de alguma mulher numa altura do seu ciclo em que provavelmente não engravidará, a fim de que morra naturalmente.

A mensagem do estudo é a de que os pacientes necessitam de mais informação antes do processo «in vitro», para saberem que do processo podem sobrar embriões, e que a decisão do que fazer com eles no futuro «pode ser difícil em aspectos que antes não era possível prever», diz Anne Drapkin Lyerly, principal autora do estudo, bioeticista e professora associada de obstetrícia e ginecologia na «Duke University».

Lyerly acrescenta que as conversas (com os pacientes) acerca dos embriões têm de ser «revistas, e não efectuá-las só quando os embriões vão ser congelados, porque os objectivos e até o modo de pensar sobre eles mudam com o tempo ao longo do próprio tratamento de fertilidade».

Bastantes casais andam tão desesperados por ter um filho, que, quando os óvulos são fertilizados na clínica, desejam criar o maior número de embriões possível, para maximizar as suas "chances"», afirma Lyerly. Nessa altura, a ideia de que podem ser embriões a mais nem se põe para muitos deles. (Em Itália, as clínicas de fertilidade não são autorizadas a criar mais embriões do que os que se podem implantar no útero de cada vez, para evitar justamente os problemas éticos originados pelo congelamento de embriões.)

Num estudo prévio de Lyerly, as mulheres assumem pontos de vista muito diversos sobre os embriões: enquanto, para uma, eles «não passam de mais um espécime laboratorial», outra diz que um congelador cheio de embriões é «como um orfanato».

Mark Sauer, director do «Centro para o Tratamento Reprodutivo das Mulheres», no Centro Médico da Universidade de Colúmbia, reconhece: «É uma grande problemática. E marido e mulher podem não estar na mesma página do dossier».

Há quem pague o armazenamento por anos e anos, afirma Sauer. Outros deixam de pagar e desaparecem, confiando à clínica a decisão de mantê-los ou desfazer-se deles. «Preferem que sejas tu a premir o gatilho sobre os embriões», diz o mesmo. «É como se dissessem: "Eu não quero outro bebé, mas não quero arcar com a responsabilidade; sinto culpa demais para te dizer o que deves fazer tu, que é eliminá-los"».

Alguns pacientes pedem que os deixem levar os embriões extra, e Sauer faz-lhes a vontade, confessa, acrescentando: «Não sei se levam para casa e lá os enterram».

Nos E. U. as regulamentações estatais têm dificultado progressivamente a doação a outros casais, requerendo que os doadores voltem à clínica para serem inspeccionadas quanto a possíveis doenças infecciosas, e frequentemente à sua custa, continua Sauer. «Isto reflecte-se em parte na atitude das clínicas», diz ainda, explicando que ele já não sugere sequer que as pessoas ofereçam embriões a outros, enquanto que há dez anos bastantes o faziam.

Kim Best acha que os seus nove embriões «poderiam tornar-se lindas pessoas». Uma das suas jovens filhas é a favor da entrega dos embriões para adopção a outros casais, mas, diz a mãe, ficaria muito preocupada com «o género de pais com quem viveriam, e que espécie de vida teriam».
Tradução Pedro Gil "É o carteiro"